Antes da prova da OAB, candidatos rezam no AMAZONAS.


No Brasil, pouco mais de 19 mil passaram para a 2ª fase do XI Exame.


No Amazonas, os participantes da segunda fase do XI Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) dizem esperar uma prova "mais justa", neste domingo (6). Antes da prova, alguns candidatos reclamaram da primeira fase, considerada complexa pelos concorrentes. Em todo o Brasil, mais de 101 mil bacharéis em direito se inscreveram para o exame. Pouco mais de 19 mil passaram para a segunda fase.

Os portões da Universidade Paulista (Unip), local onde a prova é realizada em Manaus, fecharam às 12h. A prova tem duração de cinco horas. De acordo com o estudante Humberto Lessa, de 38 anos, os exames da Ordem podem revelar surpresas aos candidatos. "Espero que seja uma prova justa e redonda, mas não vou me surpreender se não for. Na primeira fase houve muitas questões que deveriam ser anuladas e não foram", disse ao G1.

Aprovação na 1ª fase do Exame da OAB valerá para nova tentativa
Thaís Araújo, de 22 anos, também reclamou da complexidade do Exame. "Dos organizadores da prova, a gente pode esperar qualquer coisa. A primeira fase eliminou muita gente, e tudo o que  queremos agora é uma prova mais justa", completou.
Aprovação reaproveitada
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou na terça-feira (1º) uma alteração no Exame de Ordem que permite que o candidato reprovado na segunda fase, a prática-profissional, aproveite a aprovação da primeira fase na edição seguinte do exame.
Dessa forma, no exame subsequente o bacharel terá a chance de se utilizar dessa aprovação da primeira fase e fazer de novo somente a segunda fase. A regra vale somente para o exame seguinte ao da reprovação, e só deve ser aplicada a partir do XII Exame de Ordem, ou seja, não vale para quem fizer a prova deste domingo e não for aprovado.
Segundo o coordenador nacional do Exame de Ordem, Leonardo Avelino, a mudança atende uma necessidade pedagógica do processo seletivo. "Pedagogicamente não era inteligente que o candidato fizesse novamente a primeira fase, já que ela demonstra posse de conhecimentos gerais para o exercício da advocacia. Este candidato tem de se dedicar à prova prática."

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Autor Fabio Martins

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